domingo, 8 de janeiro de 2012

Deitar por volta das 2 horas e tal da manhã, mais tarde do que o desejado porque achei que deveria passar uns minutos no café para desejar finalmente um bom a uma amiga e declinar educadamente um convite para a rambóia.
Por mais que quisesse, só se fosse louca é que iria sair para me arrastar até aqui amanhã. É que até o polícia durante a operção stop comentou que estava com um ar de cansada.
Despertador para as 9:30 horas, mas obviamente só saltei da cama, já meio desesperada e assustada às 10:50 horas. Banho rápido, cereais no tupperweare, porque não há tempo para comer e saio de casa a correr enquanto oiço vozes de «ultimamente não páras em casa, chegas tarde, sais cedo.» Olha pois, foi uma escolha, não morro de amores, mas a verdade é que depois de chegar mais do que a horas, estacionar em Lisboa sem problemas (adoro domingos no coração da cidade) afinal ainda tive tempo para uma meia torrada e uma meia de leite. «Uma meia de leite, mas com pouco café se faz favor», um pedido inútil porque a cafeína começou logo a fazer efeito.
Portanto cá estou eu, semi a tremer com os efeitos da meia leite com mais café do que era suposto num estômago quase vazio, a ver aquele que é considerado um dos melhores jogos da temporada. Derby inglês. E se ao início estava mal diposta devido à privação de sono, a verdade é que agora estou deliciada a olhar para a televisão enquanto escrevo isto aqui. Olha, golo do Kolarov. E sabe-me bem, oh se sabe. Nunca pensei dizer isto, mas dou por mim a viver frenéticamente estas coisas. Sinceramente não sei se é bom ou mau, mas sabe-me bem e isso é tudo que importa.

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